quarta-feira, junho 14, 2006

Os Gases Hilariantes

OS GASES HILARIANTES - Compilação de Lázaro Barreto.


- Uma ou duas anedotas de vez em quando não faz mal a ninguém. Então vamos e venhamos, como se diz:
-Depois da viagem espacial, o astronauta conta como sãos os marcianos: “Do pescoço para baixo, a parte traseira fica na frente e a parte da frente fica atrás”. “Que coisa horrível!”, exclama o ouvinte. “Pode até ser feio, mas que é danado de bom para gene dançar, ah isso é!”, arrematou o astronauta, lambendo os beiços.

- Na aula de História Natural, o aluno interrompeu o professor: “O senhor disse que a hiena fede terrivelmente, que só se alimenta de fezes e de carniça, e que só desfruta de relações sexuais uma vez a cada dois anos...”. “Exatamente”, disse o professor. “Então me diz uma coisa”, disse o aluno, “por que esse animal vive rindo?”

- A mulher quis saber do marido-coveiro porque ele estava chegando tão tarde em casa. “Ah, meu bem, hoje tive que enterrar um ator famoso”.... “E daí?”, ela perguntou. “E daí que demorou um tempão, pois tinha tanta gente com tanto discurso e aplauso que o caixão teve que voltar à cena muitas vezes”.

-O cavalheiro estava um pouco solitário na festa e aproximou-se de uma senhora, também um pouco solitária: “Minha senhora, não lhe ofereço uma bebida porque sei que é da Liga Antialcoólica...”. “Engana-se, doutor”, ela respondeu. “Sou Presidente da Liga da Preservação da Castidade...”. “Ah, é isso”, replicou o cavalheiro. “Eu sabia que alguma coisa não podia oferecer à senhora”.

- O médico atende ao casal de idosos, perguntando ao marido, que se adiantara, enquanto a mulher ficara sentada um pouco atrás: “Vocês ainda têm orgasmos?” O marido não entendeu e recorreu à mulher: “Maria, ainda temos orgasmos?” E ela, crente que sabia das coisas, respondeu, toda convicta: “Não, João. Temos é Unimed”.

- Uma paródia moderna de Bocaccio é a estória da freira que foi violentada por um tarado. A madre superiora ficou preocupada e chamou o médico. “Quero que o senhor opere a freira que foi violentada pelo tarado.” “Por quê?”, estranhou o médico, gozando e dizendo que como estava ela já tinha sido operada. “Quero operar o rosto dela, doutor, tirar aquele sorriso estúpido que ficou nele desde o dia daquela desgraça”.

- O cara vinha tristíssimo pela rua, numa fossa que fazia dó. Um amigo passou por ele, cumprimentou e ele nem viu. O amigo voltou, deu uma puxada na gravata do fossento e disse; “Não me conhece mais não, né?”! O fossento tirou a mão do amigo da ponta da gravata e respondeu: “Não puxa a gravata mais não, meu nego. Estou numa fossa tão grande, que se puxar de novo sou capaz de dar uma descarga.”

- Os amigos queriam saber daquele gostosão porque ele tinha tanto cartaz com as moças da cidade. Ele disse: “É por causa de meus lindos olhos.” “ Seus lindos olhos?”, um dos amigos ironizou. Eu disse:”Por causa de meus limpos olhos. Olhem só como eu os lavo a toda hora”..., e assim dizendo espichou a língua enormimíssima até os olhos, limpando-os.

- E por falar em língua, tem a estória do cara queixando-se para o amigo que a esposa era muito frígida e que ele estava na mão do calango, com ela. “Por que não lhe tasca um beijão bem no umbigo?”, o amigo perguntou. E ele respondeu: “Estou cansado de beijar em toda parte, inclusive no umbigo, e ela permanece como uma estátua, sem nenhuma reação”. O amigo mais-que-depressa acrescentou: “Mas o beijo no umbigo que falo é por dentro e não por fora”....

- “Pra quê casar?”, dizia a solteirona à irmã casada. “Se tenho um papagaio que fala nome feio o dia inteiro, um cão que ronca que nem o diabo a noite inteira, e um gato que passa noites e noites fora...: para quê vou querer um marido?”

- O mendigo vendo o velho na sacada da casa, pergunta: “Tem comida velha aí?” E o outro, mal entendendo a pergunta, responde: “Quê é isso, sô! Estou viúvo há muito tempo!”

- O menino ia com a galinha toda encolhidinha nos braços. O padre, vendo-o assim, perguntou: “Vai comer galinha hoje, heim, meu filho?” “Não senhor”, responde o menino, amedrontado. “Já comi. Agora vou soltá-la”.

- O meninozinho inocente, vendo a barriga da mãe crescer cada vez mais, perguntou sobre o motivo do crescimento. Ela responde: “Ah, meu filho, é seu irmãozinho que está aqui dentro, seu irmãozinho que eu adoro”. “Se a senhora o adora tanto”, o menino replicou: “então por que a senhora o comeu?”

- O leitor foi à redação do jornalzinho da cidade do interior, fulo de raiva, pedindo ao impressor para corrigir a notícia publicada na última edição, que o dava como falecido. “Meu jornal tem por norma não desmentir nada, pois nunca erra” “Mas o senhor não vê que estou aqui vivinho da silva e a notícia me dá como morto?” “O máximo que posso fazer na próxima edição é publicar uma nota dando a notícia de seu nascimento. Serve?”